The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)
That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War III – which I believe is now imminent.
A cidade de Damasco e a zona rural a Leste da capital, a Ghuta Oriental, são o teatro de violentos combates opondo a Alcaida, apoiada pelo Reino Unido e a França, ao Exército Árabe Sírio. A Republica tenta libertar a população de sete anos de ocupação e de xaria. Mas as potências coloniais fazem ouvidos moucos.
A cidade de Damasco é permanentemente bombardeada pela Alcaida desde há seis anos. Aqui, um obus, atirado desde a Ghuta Oriental, cai sobre uma casa do quarteirão de Rukn Eddin, a 23 de Fevereiro de 2018, fazendo três mortos e quinze feridos.
No decurso dos últimos seis anos, o Ministério da Reconciliação assinou mais de um milhar de acordos e amnistiou dezenas de milhar de combatentes. Eles foram reintegrados na sociedade, às vezes até mesmo no exército. Os da Ghuta Ocidental aceitaram, mas nunca os da parte Oriental.
Esta área, bastante grande, era habitada antes da guerra por mais de 400 mil pessoas. Segundo a ONU, seriam hoje cerca de 367 000. De acordo com o governo muito menos e, em qualquer caso, não serão mais de 250 000.
A principal cidade é um subúrbio bastante mal afamado, Duma, conhecido antes da guerra pelos seus bordéis e os seus mafiosos.
De facto, esta zona é controlada pela Alcaida, sob a denominação de «Exército do Islão» (Jaish al-Islam), enquadrado por SAS britânicos e oficiais da DGSE francesa sob cobertura da ONG “Médicos sem fronteiras”. Principalmente, os combatentes são dirigidos pela família Allouche, a qual dispõe de importantes bens em Londres.
De Julho de 2012 até sua morte, no final de 2015, Zahran Allouche, anunciara várias vezes por semana que iria tomar Damasco e executar, sem julgamento, todos os infiéis, quer dizer, para ele todos os não-sunitas. Ele impôs a Xaria a todos os habitantes de acordo com os princípios do pregador wahhabita Abd al-Aziz ibn Baz. Ele enfiou em gaiolas todos os que desafiavam a sua autoridade. Ele xecutou inúmeras pessoas, entre as quais o meu vizinho (um agente imobiliário que morava no apartamento por baixo do meu), degolou-o em público porque este se recusara a dizer que «Assad é um cão».
Recebendo armas da Arábia Saudita, via Jordânia, Allouche presidiu a um desfile militar com tanques; encenado e filmado pelo MI6 britânico [1].
Quando o Exército Árabe Sírio colocou canhões na montanha que domina a capital e começou a bombardear o exército de Zahran Allouche, ele colocou prisioneiros nos telhados como escudos humanos.
No início de 2016, o seu primo Mohamed Allouche assumiu o comando. Ele tornou-se célebre atirando homossexuais dos telhados abaixo. Deve notar-se que a Síria protege os homossexuais, o que é uma excepção entre os países muçulmanos contemporâneos e já era em relação aos países ocidentais há trinta anos [2].
Mohamed Allouche tornou-se o chefe da delegação da oposição às negociações de Genebra. Lá, pediu e conseguiu que os quadros e esculturas que ornavam o seu hotel fossem cobertas com um véu. Durante as discussões, a partir da sala de negociações, ele tweetou aos seus partidários para se prepararem para matar os soldados do «porco».
La capital siria, Damasco, y el espacio rural al este de esa ciudad, la Ghouta Oriental, son teatro de cruentos combates entre los yihadistas de al-Qaeda –respaldados por el Reino Unido y Francia– y las fuerzas de la República Árabe Siria. Esta última está tratando de liberar a la población de 7 años de ocupación y de imposición de la sharia. Pero las potencias coloniales se oponen a esos esfuerzos.
La capital siria, Damasco, está siendo constantemente bombardeada, desde hace 6 años, por los elementos armados de al-Qaeda atrincherados en la Ghouta Oriental, en el cinturón verde de la ciudad. Estas imágenes muestran los estragos causados por un obús disparado desde la Ghouta Oriental. El proyectil cayó sobre una vivienda del barrio damasceno de Ruk el-Dinh, el 23 de febrero de 2018, donde mató a 3 personas y dejó 15 heridos.
Durante los 6 últimos años, el ministerio sirio de la Reconciliación ha firmado más de 1 000 acuerdos de pacificación a lo largo y ancho del país y decenas de miles de elementos armados se han acogido a las numerosas amnistías decretadas a su favor. Esas personas se han reincorporado a la sociedad siria, incluso convirtiéndose a veces en miembros de sus cuerpos armados. Los elementos armados que combatían en la Ghouta Occidental aceptaron los acuerdos y se acogieron a la amnistía, posibilidad que siguen rechazando los de la Ghouta Oriental.
En esa parte del cinturón verde de Damasco, bastante extensa, vivían antes de la guerra más de 400 000 personas. Según la ONU, hoy quedarían allí unas 367 000. Según el gobierno sirio, la cifra es mucho menor y no pasan de 250 000 personas.
La principal ciudad de esa región, Duma, con una reputación bastante negativa, era conocida antes de la guerra por sus burdeles y su alta concentración de delincuentes y criminales.
El hecho es que esa zona se encuentra hoy bajo control de al-Qaeda, representada allí por el grupo armado que se hace llamar Yesh al-Islam, o sea «Ejército del Islam», y que recibe orientaciones de miembros de las SAS (fuerzas especiales británicas) y de oficiales de la DGSE francesa (inteligencia para el exterior) desplegados en la zona bajo la fachada de la ONG Médicos Sin Fronteras. A la cabeza de Yesh al-Islam está la familia conocida como Alloush o Allouche, poseedora de importantes bienes en Londres.
Desde julio de 2012 hasta su muerte, a finales de 2015, Zahran Alloush anunciaba varias veces por semana que iba a tomar Damasco y que cuando lo hiciera ejecutaría –sin juicio– a todos los «infieles», que son, a su modo de ver, todas las personas que no sean sunnitas. Este individuo impuso la sharia a todos los habitantes de la zona bajo su control, en aplicación de los principios enunciados por el predicador wahabita Abd al-Aziz ibn Baz. Encerró en jaulas a los que cuestionaban su autoridad, ejecutó a gran cantidad de personas, como mi vecino –un simple agente inmobiliario que vivía en el apartamento situado directamente debajo del mío– quien fue degollado en público porque se negó a decir que «Assad es un perro».
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