Bloqueios de Informação – Como e Porquê?
Por Larry Romanoff, Março 4, 2022
Estamos todos conscientes da capacidade que a Cabala Anglo-Zionista Internacional de Gangsters (ICG) tem para propagar a sua linha preferida da reportagem para cada ocasião, como acontece hoje com o conflito Rússia/Ucrânia. Geralmente, empregam o poder dos meios de comunicação social ocidental para sobrecarregar o público mundial com a versão aceite dos acontecimentos. Mas como é que os EUA e Israel e a ICG, conseguem evitar de maneira tão bem sucedida, a publicidade negativa das suas próprias aventuras em matéria de política externa? A maioria acreditaria, instintivamente, ter uma resposta fácil para esta pergunta, visto que parece depender simplesmente da censura dos meios de comunicação social, mas podemos estar enganados. Existem mais razões para um bloqueio de informação bem sucedido, do que aquilo que é óbvio à primeira vista.
Claro que a primeira parte, é o controlo quase universal de todos os meios de comunicação ocidentais por um punhado relativamente pequeno de indivíduos, todos eles judeus. O que inclui primeiro, os serviços noticiosos como a AP e a Reuters, depois os jornais e a maioria das revistas, estações e redes da rádio e de televisão mais conhecidas, praticamente toda a indústria editorial de livros, todos os meios de comunicação social e plataformas da Internet relacionadas, como a Wikipedia e a Google, “fact-checkers” como o desprezível Instituto Poynter, bem como 90% de Hollywood que inclui tanto filmes como programas de televisão. O controlo que efectuam sobre a informação, é quase total.
Mas esse controlo vai muito além da propriedade. Como exemplo, The Globe & Mail é (foi) um jornal respeitável há muito reconhecido como o jornal nacional do Canadá. Há alguns anos, o Globe publicou um artigo referindo em pormenor as atrocidades então cometidas contra os árabes pelos judeus da Palestina. O artigo não era inflamatório ou ideológico, mas simplesmente uma crónica precisa dos acontecimentos que os editores acreditavam que deveria ser levada ao conhecimento do mundo. Logo na manhã seguinte, toda a metade superior da primeira página do Globo trazia uma enorme fotografia de um soldado judeu a dar doces a uma criança supostamente palestiniana, com um texto a condizer. Não é necessário ter muita imaginação para saber o que aconteceu algures, atrás de uma porta fechada. A data era 1983 e, nos 39 anos a partir de então, o Globo não publicou um único artigo que depreciasse, quer judeus, quer Israel. Isto é controlo. Relatei esta parte e ainda mais, num artigo sobre Propaganda e os Meios de Comunicação - Estabelecer e Controlar a Narrativa. Talvez queira lê-lo. (1)



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